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Questionando a existência de Deus

by Gilberto C. Andrade on 10 Outubro 2011

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Tentarei abordar um assunto muito complexo que perturbou e ainda perturba a mente de muitos teólogos, filósofos, pensadores e homens de todas as culturas e raças. Um assunto que também me tirou, durante anos, a tranquilidade. Um tema sobre o qual muitas vezes não temos coragem de falar, que fica represado em nossa alma, que raramente verbalizamos, mas que mina nossas convicções. Questionarei a existência de Deus sob a perspectiva da sua intervenção nos eventos da humanidade.

Ao olhar para tudo o que Jesus passou, temos de questionar por que ele fez um sacrifício tão grande. Quem se animaria a fazer o que ele fez? O que motivou alguém que discursou incansavelmente sobre a vida eterna a preferir a morte mais vexatória? Não podemos ter medo de usar a nossa inteligência para indagar: se Deus é tão criativo, por que arquitetou uma solução tão angustiante para resgatar a humanidade?

Ao refletirmos sobre as lágrimas, o desespero, a aflição e as injustiças que macularam os principais capítulos da história da humanidade e que ocupam uma parte central do palco de nossas vidas, temos de questionar: quem é Deus? Onde está Deus? Quais as características básicas da sua personalidade? O que move seus sentimentos? Ao fazer esse questionamento, podemos chegar a três hipóteses:

  1. Deus não existe, é uma criação da mente;
  2. Deus existe, mas abandonou a humanidade, por considerá-la um projeto falido;
  3. Deus existe e traçou um projeto inimaginável para resgatar a humanidade.

1. hipótese: Deus não existe, é uma criação da mente

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O mestre da Vida pág. 127 e 128, Augusto Jorge Cury**

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