December 5th, 2014 by gilberto_ca

Visualizando arquivos de log no NetBeans

radhika. Viewing log files in NetBeans IDE
[online] Disponível na Internet via WWW. URL: https://blogs.oracle.com/NetBeansSupport/entry/netbeans_ide_log_file. Arquivo capturado em 05 de dezembro de 2014

Os diferentes arquivos de log que o usuário do NetBeans necessita verificar em caso de problema, e como visualizá-los através do próprio IDE:

  • O arquivo de log do NetBeans: Para visualizar o conteúdo deste arquivo acesse Menu Principal -> Exibir -> Log do IDE (ou diretamente $netbeans_userdir/var/log/messages.log). O conteúdo aparece na janela de saída com o título log do IDE
  • Os arquivos de log de Servidor: Para visualizar os arquivos de log de Servidor, mude para janela Serviços, expanda o nó Servidores, clique com o botão direito do mouse sobre o nó da instância, e selecione ‘Exibir Log do Servidor’.
  • Por exemplo, para o servidor de aplicações GlassFish Server Open Source que vem na instalação do NetBeans, na janela Serviços, expanda o nó Servidores -> GlassFish V4 e clique com o botão direito do mouse, e selecione ‘Exibir Log do Servidor’. O conteúdo aparece na janela de saída sob aba de título glassFish V4.
  • Observe que para um Servidor Tomcat registrado, clicar com o botão direito do mouse e selecionar ‘Visualizar saída do servidor’, exibirá o arquivo de log do servidor definido no arquivo de configuração server.xml. Este menu fica disponpível quando o servidor estiver em execução.
July 25th, 2014 by gilberto_ca

Cursor do notebook muda de lugar sozinho a todo instante na digitação

Há duas semanas (férias) em casa, venho percebendo um comportamento irritante no laptop de trabalho de minha esposa: cursor pula fora da linha e se coloca em outra posição, desordenando as palavras ou frase quando estamos digitando um texto. É impossível escrever no Word, Navegador ou Skype pois o cursor não tem estabilidade.

Uma ligeira pesquisa pelo Google você encontra outras pessoas na mesma situação. Pelo que entendi, lendo sobre o assunto em alguns fóruns, o problema está inicialmente no próprio usuário – o quê, em mim, vc questiona? Pois é, acidentalmente, quando digitamos fazemos leves toques no touchpad.
Outros, reclamam que mesmo desabilitando o touchpad o comportamento continua.

Enfim, existe um problema! Bom, o que fazer? O que fiz, pois não possuo laptop, foi compra um mouse usb para aliviar minha inabilidade com touchpad. Feito isso, descobri que o problema persistia mesmo procurando não tocar no touchpad. Agora vem a dica!

Verifique se o driver do touchpad está adequadamente instalado(precisa ser o do próprio fabricante). No meu caso, um Itautec Infaway 7550, aparece um ícone desse componente na barra de tarefas. A partir daí você pode acessar suas propriedades e marcar a opção “Desativar quando um mouse USB externo for conectado”.

ItautecInfaway7550 touchpad propriedades

ItautecInfaway7550 touchpad propriedades

Mas se você estiver melhor habituado com o touchpad, desabilite-o quando estiver digitando algum texto. Use o método acima ou identifique as teclas de atalho para essa tarefa. No laptop de minha esposa é só apertar a tecla Fn e o desenho do touchpad que fica na tecla F1 do teclado – tem laptops com um botão acima do touch para para desativá-lo. Sei que é irritante ficar habilitando e desabilitando esse componente a todo momento, mas não vi solução consistente ainda.

July 2nd, 2014 by gilberto_ca

Oracle JDK8 no OpenSUSE

Esta forma de instalação é mais resumida que a do post antigo e utiliza o formato comprimido (tar.gz).

Realize o download a partir deste local: Java SE Development Kit 8 Downloads, em um diretório de sua escolha – escolhi: Downloads.

Depois como super usuário (root) pelo Kconsole faça uso da seguinte sequência:

gilberto.andrade@A37710:~$ su -
Senha:
A37710:~ 
A37710:~ cd /usr/java
A37710:~ tar xvf ~/Downloads/jdk-8u5-linux-x64.tar.gz
A37710:~ chown -R root:root jdk1.8.0_05
A37710:~ rm latest
A37710:~ ln -s /usr/java/jdk1.8.0_05 /usr/java/latest
A37710:~ cd latest/bin
A37710:~ for bin in *; do update-alternatives --install /usr/bin/$bin $bin $(pwd)/$bin 1; done
A37710:~ cd ..
A37710:~ cd latest/jre/bin
A37710:~ for bin in *; do update-alternatives --install /usr/bin/$bin $bin $(pwd)/$bin 1; done
A37710:~ cd ..
A37710:~ cd ..
A37710:~ update-alternatives --install /usr/lib64/browser-plugins/javaplugin.so javaplugin /usr/java/latest/jre/lib/amd64/libnpjp2.so 1
A37710:~ update-alternatives --config java
A37710:~ update-alternatives --config javac
A37710:~ update-alternatives --config javaplugin
A37710:~

June 12th, 2014 by gilberto_ca

Ideologia do gênero neutro??? Não podem mudar os adultos. Querem mudar nossas crianças! Não sabe o que significa, então assista …

Dra. Damares Alves, Advogada, Pastora e Assessora Parlamentar foi entrevistada pela Rede Super de Televisão.

Ela fez um alerta às lideranças cristãs sobre Projetos de Lei que estão sendo debatidos e aprovados, os quais ferem princípios cristãos.

Confira o vídeo composto de 4 partes.

Fonte: Rede Super de Televisão, 30/05/2014

April 11th, 2014 by gilberto_ca

Por que Modelagem de Domínio?

Rebecca Wirfs-Brock. Why Domain Modeling?
[online] Disponível na Internet via WWW. URL: http://wirfs-brock.com/blog/2013/02/27/why-domain-modeling/. Arquivo capturado em 27 de fevereiro de 2013

Uma barreira ao considerar arquiteturas ricas em modelo de domínio é a ideia errônea do valor ou propósito de um modelo de domínio. Para alguns, criar um modelo de domínio parere retroceder à aqueles dias iniciais onde projeto e modelagem eram percebidas como atividades discretas, longas e muitas vezes improdutivas.

Quando a tecnologia objeto era jovem, vários autores fizeram uma forte distinção entre análise orientada a objeto, projeto orientado a objeto e programação. Ostensivamente, durante análise orientada a objeto você analisou uma tarefa com intuito de automatizá-la e desenvolveu um modelo conceitual (de objeto) daquele domínio. Você produziu um conjunto de descrições de tarefa e um modelo de objetos que incluiu representações de conceitos do domínio e mostrou como estes objetos interagiram para concluir algum trabalho. Mas você não conseguiu implementar diretamente estes objetos. Durante o projeto orientado a objeto você refinou esse modelo da análise de forma a considerar a implementação e restrições tecnológicas. Somente então, ao terminar o projeto, escreveria seu programa. A implicação era que qualquer modelo que você produzisse durante a análise ou projeto necessitaria ampla manipulação e refinamento antes de poder escrever seu programa.

Mas mesmo naqueles dias iniciais, muitos de nós borrou as linhas entre análise, projeto e programação orientada a objeto. Na prática, como trabalhávamos era frequentemente bem diferente do sugerido pela literatura popular daquele tempo. Podíamos analisar o problema, rapidamente esboçar algumas ideias de projeto e então implementá-las. Podíamos usar cartões CRC para modelar nossos objetos (os quais descartaríamos). Não havia lacunas distintas entre análise do problema e projeto e implementação da solução. Algumas vezes diferentes pessoas faziam análise enquanto outras o projeto e programação; mas muitas vezes um desenvolvedor faria todas essas atividades. Algumas vezes, criávamos representações permanentes de alguns modelos (além de nosso código). Isso dependia da situação e da necessidade.

Esses dias, raramente vejo alguém produzir análise de objeto ou modelos de projeto. Na verdade, projeto e modelagem tornaram-se algo sem sabor (ou de má reputação). Um bom projeto de objeto é considerado muito difícil por programadores “médios”, e não há tempo fora da codificação para pensar sobre o domínio e propor alguns modelos.

Os modelos de objeto mais comuns que vejo, são criados para um dos seguintes propósitos: pequenos modelos conceituais construídos para ganhar entendimento de uma funcionalidade significante; ou esboços de projeto informal com o intuito de fornecer uma visão rápida para recém-chegados ou pessoas que não leem código que necessitam “saber mais” do software. A falta de modelagem (a menos que você considere código e testes modelos – Eu não!) é predominante se ou não a equipe segue práticas ágeis. Os modelos mais comuns que vejo são modelos ER detalhados que são mais especificações de implementação do que modelos. Eles não deixam nenhum detalhe dificultando a busca de partes importantes.

Entender e descrever um domínio e criar qualquer modelo dele de algum forma, fica fora de muitas atividades de desenvolvimento.
Mas se seu software é complexo, sofre mudanças repentinas, estratégico e você não está fazendo nenhuma modelagem de domínio, você pode estar perdendo alguma coisa realmente importante. Se seu software é complexo o bastante, você pode notavelmente se beneficiar da modelagem de domínio e certamente realizar algumas atividades do Projeto Dirigido por Domínio(Domain-Driven Design).
Por exemplo, a “Estratégia de Projeto” do Projeto Dirigido por Domínio é um esforço consciente para criar um entendimento comum entre visionários do negócio, especialistas do domínio e desenvolvedores. Discussões de domínio iniciais de alto nível leva ao entendimento do que é central ao problema(o núcleo do domínio) e ao relacionamento entre todas as partes(subdomínios) que se interagem. Ganhar tal consenso te ajuda a manter o foco em melhores práticas de projeto e estruturar (ou restruturar) seu software habilitando-o a crescer e evoluir sustentavelmente.
Mas não para por aí. Se você compra a ideia de modelagem de domínio, você também se compromete a desenvolver um profundo compartilhamento do entendimento do domínio do problema ao lado do seu código. Sua missão não é somente entregar operações funcionais, mas incorporar conhecimento do domínio em sua solução. Seu código terá objetos que representam conceitos do domínio. Você será mais minucioso ao nomear classes e métodos, assim refletindo exatamente a linguagem do domínio. Você terá discussões progressivas com especialistas de domínio e em conjunto discutir e refinar seu entendimento do domínio. Ao longo do caminho você pode rascunhar e revisar modelos de domínio. Se esforçará para identificar, preservar, fortalecer e tornar explícito as conexões entre o problema do negócio e seu código. Quando refatorar seu projeto ao ganhar mais entendimento, você não esquecerá de refletir o domínio em seu código. Seu modelo de domínio vive e evolui junto com o código.
Como consequência, não há aquela grande desconexão entre o que você codifica e o que o negócio diz. E essa pode ser uma poderosa força para uma colaboração mais próxima entre desenvolvedores e especialistas do domínio.

December 6th, 2013 by gilberto_ca

Os Segredos dos Casais Inteligentes (Gustavo Cerbasi)

Nesta entrevista entre Seiiti Arata (Arata Academy) e Gustavo Cerbasi (Mais Dinheiro), aborda-se temas importantes para a vida financeira a dois, como a construção de riqueza, o bom diálogo entre o casal em assuntos relacionados a dinheiro, as infidelidades financeiras e também o divórcio e a importância em atentar para o regime de separação de bens. Você pode fazer o download desta entrevista na área de membros de nosso site aclassealta.com e conferir mais detalhes no novo livro Os Segredos dos Casais Inteligentes (Editora Sextante)

November 27th, 2013 by gilberto_ca

Maioridade Penal: por Ariovaldo Ramos

Por Ariovaldo Ramos

Precisamos ter discernimento e clareza nesse assunto.

November 8th, 2013 by gilberto_ca

Firmeza

 

Firmeza

Leitura Bíblica: Atos 14.21-23

Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o reino dos céus (Mt 5.10).

 

O livro de Atos registra um cristianismo corajoso e saudoso, que ia acontecendo na medida em que as pessoas contavam umas às outras suas descobertas na caminhada com Deus, crendo que Cristo era o enviado de Deus ao mundo. Os apóstolos punham sua vida em risco por amor às pessoas, para que estas conhecessem a Deus. Aqueles que abraçavam a fé em Cristo, em vez de se dar bem, sofriam perseguição religiosa, discriminação e até ameaças. Não havia promessas de conseguir um emprego melhor, nem de prosperidade financeira ou ascensão social. O que havia era a experiência viva com Deus e isso bastava.

Chama-me a atenção a frase que Paulo e Barnabé dizem aos discípulos, estimulando-os à firmeza: “É necessário que passemos por muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus”. Isso parece bem o oposto do que se proclama hoje! Quando surge uma “tribulação” (um problema, uma enfermidade, um revés qualquer) muitos já a conectam a uma ação diabólica, como se cristãos fossem isentos de problemas, como se Deus fosse um tipo de super-herói pessoal que está sempre alerta para nos livrar dos problemas assim que estes surgirem. Isso gera um cristianismo oportunista e infantil. Quem não tem problemas? Quem não sofre angústias? Quem não tem sua fé questionada vez ou outra?

Ser cristão implica ter fibra, exercer a justiça, demonstrar amor, compaixão e verdade. Ser cristão não é um seguro contra problemas, e o nome de Jesus não é uma senha ou palavra mágica que abre todas as portas. Aqueles discípulos perseguidos foram encorajados a permanecer firmes na fé apenas porque criam em Jesus e se reconheciam amados por Deus, e isso lhes bastava. Que Deus nos torne hoje cristãos maduros, que enfrentam os problemas do dia a dia porque os pés estão bem firmados em Cristo que nos sustenta! – WMJ

 

Vida cristã não é uma carona para o céu, mas uma caminhada em solo firme e seguro.

 

Autor: Wanderley de Mattos Júnior, São Paulo – SPEdição: Transcrito do Pão Diário, 15 de maio de 2011 – Rádio Trans Mundial(RTM) Prezado amigo, caso queira interagir conosco sobre as MENSAGENS REFLEXIVAS, ou qualquer outro contato, favor utilizar o endereçoibm.palmas@gmail.com

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October 29th, 2013 by gilberto_ca

Vida Melhor: Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos)

Sábias palavras.

October 25th, 2013 by gilberto_ca

Clássicos Nacionais – Pollyanna

pollyanna-classicos-nacionais

Aos 11 anos, Pollyanna fica órfã e vai morar com a tia. Passa por muitos momentos difíceis, mas sempre encontra um motivo para ficar feliz. Curiosa e atrevida, essa menina transforma os lugares por onde passa e as pessoas que conhece, com seu incrível “Jogo do Contente”, descobrindo sempre alguma coisa para se alegrar e levando bom humor onde só havia amarguras, desencadeando em todo o mundo uma impressionante onda de esperança, de boa vontade e de entusiasmo, tornando-se símbolo da bondade e do otimismo.